sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Levanta-te e Actua Contra a Pobreza"

Hoje, dia 16 de Outubro os alunos do Externato D.Dinis associaram-se ao movimento "Levanta-te e Actua Contra a Pobreza". Este movimento de âmbito internacional traduz um apelo global dirigido aos Governos dos diversos países, exigindo-lhes que tomem medidas contra a Pobreza, no sentido de alcançarem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).
Estes objectivos, criados no ano 2000, resultaram num pacto entre chefes de Governo de 189 países, que se comprometeram a atingir 8 objectivos de desenvolvimento até 2015:
-Erradicar a pobreza extrema e a fome;
-Alcançar o ensino primário universal;
-Promover a igualdade de género e empoderar as mulheres;
-Reduzir a mortalidade infantil;
-Melhorar a saúde materna;
-Combater o VIH/SIDA, a Malária e outras doenças graves;
-Garantir a sustentabilidade ambiental;
-Fortalecer a parceria global para o desenvolvimento.
Os alunos de Economia C aproveitam para relembrar que o conceito de desenvolvimento é bastante abrangente, implicando melhorias na qualidade de vida das populações, ao nível económico, social, cultural e político, pelo que estes objectivos traduzem o mínimo essencial para que se possa falar em desenvolvimento.
A ideia de adesão ao movimento "Levanta-te e Actua" partiu do professor Rui Mendes que, inspirado no filme "Clube dos Poetas Mortos", pediu aos alunos que fizessem o movimento de levantar, subindo para cima das suas secretárias, insurgindo-se contra a indiferença.
Com a colaboração de todos, talvez um dia consigamos pôr fim às desigualdades e à pobreza extrema.
Para explorar a temática do desenvolvimento consulte:
-www.levanta-te.org

-www.un.org/en/development/
-www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101112&m=3
-www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28&l=1

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ideias Flutuantes

Viver em ilhas artificiais, com leis e governo próprios, reconhecidas como Estados independentes pelas Nações Unidas. Foi esta a ideia que Patri Friedman teve há 8 anos, quando começou a ponderar a viabilidade de criar plataformas flutuantes, completamente autónomas, já idealizadas anteriormente por Wayne Gramlich.
Neste projecto, a primeira preocupação passa por assegurar o financiamento de 2 milhões de euros para a construção de cada uma das plataformas; além disso ainda subsiste a necessidade de conseguir garantir a auto-suficiência das plataformas, possibilitando que os seus habitantes se auto-sustentem, não criando laços de dependência com o exterior. Entre outras ideias para o plano de auto-suficiência, e na perspectiva de criar fontes de rendimento para as comunidades, Patri Friedman adianta a possibilidade de se fazer investigação em áreas proibidas em vários países, como a manipulação genética.
Cientes da necessidade de existir uma ordem reguladora para cada uma destas comunidades, que oriente e harmonize a convivência social, designadamente ao nível jurídico, definindo as esferas de acção de cada um dos indivíduos, os alunos de Direito advertem para a necessidade de criação de um ordenamento jurídico para cada uma das comunidades, aproveitando para propor que se inclua no Direito dessas comunidades a possibilidade de prática de eutanásia e de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Os alunos gostariam ainda de ver implementado o princípio da equidade na realização de todos os julgamentos e de ver assegurado a todos os habitantes a gratuitidade da alimentação, educação, saúde e habitação.
Para mais informações sobre este projecto consulte o site do Seasteading Institue: http://seasteading.org/.

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Somos um grupo de alunos do 12º ano, de Direito e Economia C, do Externato D. Dinis.

Politicamente Correcto no D. Dinis © Layout By Hugo Meira.

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