Filme: "Manobras na Casa Branca"
Eis o resultado final:
Marco
O filme é uma autêntica sátira ao poder político moderno, pois critica a ténue fronteira que existe, nos nossos dias, entre a realidade e a ficção, mostrando assim, a forma como o poder político pode manipular os media e consequentemente a opinião pública.
Rita
A verdade é que hoje sabemos que nem sempre o vemos corresponde à realidade, tal como foi comprovado no filme onde na placidez de um estúdio de cinema, uma actriz agarrada a um pacote de batatas fritas pôde ser transportada, digitalmente, para um cenário bélico dantesco e, por momentos, transformar-se numa jovem albanesa em fuga, com um gatinho branco ao colo, de uma aldeia em chamas. Desta forma, fica patente a importância dos media, pelo poder que têm de manipular informação.
Dionísia
(Extrapolando para o contexto português, podemos relacionar o filme com a) polémica em torno da licenciatura do Primeiro -Ministro, que pode muito bem ter sido criada por jornalistas mal intencionados ou, pelo contrário, ter sido encoberta pelo Primeiro -Ministro e pelos que o rodeiam.
Jorge Santos
Fazendo referência a um outro episódio português, o caso Face Oculta, o socialista Paulo Pedroso, afirma ter havido manipulação política. O documento a seguir ilustra a afirmação de Paulo Pedroso.
O socialista Paulo Pedroso disse hoje à “Rádio Clube Português” que Sócrates já foi alvo de mais que uma tentativa do apear politicamente através da manipulação de processos judiciais” e que o processo Face Oculta não é excepção.
Paulo Pedroso afirma ainda que o aproveitamento político daquele processo prejudica a democracia e não tem dúvidas de que há uma manipulação política do processo. O socialista refere-se a uma "contaminação entre processos judiciais e luta política” que visam fazer cair a direcção do PS. Publicado em 23 de Novembro de 2009
Retirado de: http://www.ionline.pt/conteudo/34291-paulo-pedroso-diz-que-ha-manipulacao-politica-do-processo-face-oculta
Marco
É certo que tudo o que se tem dito sobre os casos Freeport, Face Oculta, entre outros, pode até ser verdade, mas pode também ser o efeito de manipulação de factos e notícias, ficando no “ar” alguma polémica...
Paulo Jorge Fernandes
Constou-se que o Primeiro-Ministro José Sócrates conduziu ao fim o Jornal de Sexta, editado e apresentado por Manuela Moura Guedes. Acontece que a jornalista tecia comentários um pouco polémicos e “sabia demais” sobre certos assuntos. Para além disso, certos factos sobre contas e outros problemas do Estado não foram revelados até passar a época eleitoral. Ou seja, não expuseram os problemas para não prejudicar a possível reeleição de José Sócrates. Claramente, trata-se de mais um caso de manipulação da informação por parte das forças políticas do Estado. Sofia
Vejamos a situação polémica que foi levantada pelos media há uns meses atrás, em que se dizia que o Engenheiro José Sócrates na realidade não era engenheiro. No momento em que esta notícia saiu para o público apareceu um documento que comprovava que o senhor Primeiro-Ministro tinha de facto terminado a sua licenciatura. No entanto, um dos exames realizados pelo mesmo teria sido efectuado num Domingo. Ora, todos sabemos que dificilmente se encontra uma faculdade que realize exames em tal dia da semana. Isto faz-nos pensar se o documento não terá sido “inventado” à pressa para acalmar e “calar” os media, bem como o público.
Rita
No caso da guerra do Iraque, motivada pela suposta confirmação de que o país estaria a produzir armas nucleares, não percebemos se de facto existiam provas concretas e fidedignas. Falava-se disso, e o que pretendiam? Distrair-nos do grande motivo, o petróleo, o combustível que alimentou toda aquela guerra, toda aquela destruição.
Marina
O filme faz-nos reflectir sobre a influência e manipulação que os media exercem em muitos casos como estes. Joana Quem governa devia actuar de forma transparente e clara, sem deixar margem para dúvidas da autenticidade (e bondade) dos seus actos.
Ana Luísa Santos
Sobre o filme...
O filme “Manobras na Casa Branca” trata-se de uma comédia sobre a manipulação da informação, a criação de “opinião pública” e o poder dos “mass media”. O filme começa em plena campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos da América, quando faltam poucos dias para o dia das eleições. O candidato à reeleição vê-se de repente no meio de um escândalo sexual: torna-se necessário abafar o caso. Cria-se uma equipa de especialistas “em comunicação e imagem” com o objectivo de distrair as pessoas para outros assuntos. Assim, pouco a pouco, a agenda eleitoral vai-se alterando à medida que vão surgindo temas que se tornam prioritários, como um possível ataque terrorista, uma guerra iminente com a Albânia, a “criação” de um suposto herói de guerra, etc.
Marco
O filme é uma autêntica sátira ao poder político moderno, pois critica a ténue fronteira que existe, nos nossos dias, entre a realidade e a ficção, mostrando assim, a forma como o poder político pode manipular os media e consequentemente a opinião pública.
Rita
A verdade é que hoje sabemos que nem sempre o vemos corresponde à realidade, tal como foi comprovado no filme onde na placidez de um estúdio de cinema, uma actriz agarrada a um pacote de batatas fritas pôde ser transportada, digitalmente, para um cenário bélico dantesco e, por momentos, transformar-se numa jovem albanesa em fuga, com um gatinho branco ao colo, de uma aldeia em chamas. Desta forma, fica patente a importância dos media, pelo poder que têm de manipular informação.
Dionísia
Relacionando com o contexto nacional e internacional ...
(Extrapolando para o contexto português, podemos relacionar o filme com a) polémica em torno da licenciatura do Primeiro -Ministro, que pode muito bem ter sido criada por jornalistas mal intencionados ou, pelo contrário, ter sido encoberta pelo Primeiro -Ministro e pelos que o rodeiam.
Jorge Santos
Fazendo referência a um outro episódio português, o caso Face Oculta, o socialista Paulo Pedroso, afirma ter havido manipulação política. O documento a seguir ilustra a afirmação de Paulo Pedroso.
O socialista Paulo Pedroso disse hoje à “Rádio Clube Português” que Sócrates já foi alvo de mais que uma tentativa do apear politicamente através da manipulação de processos judiciais” e que o processo Face Oculta não é excepção.
Paulo Pedroso afirma ainda que o aproveitamento político daquele processo prejudica a democracia e não tem dúvidas de que há uma manipulação política do processo. O socialista refere-se a uma "contaminação entre processos judiciais e luta política” que visam fazer cair a direcção do PS. Publicado em 23 de Novembro de 2009
Retirado de: http://www.ionline.pt/conteudo/34291-paulo-pedroso-diz-que-ha-manipulacao-politica-do-processo-face-oculta
Marco
É certo que tudo o que se tem dito sobre os casos Freeport, Face Oculta, entre outros, pode até ser verdade, mas pode também ser o efeito de manipulação de factos e notícias, ficando no “ar” alguma polémica...
Paulo Jorge Fernandes
Constou-se que o Primeiro-Ministro José Sócrates conduziu ao fim o Jornal de Sexta, editado e apresentado por Manuela Moura Guedes. Acontece que a jornalista tecia comentários um pouco polémicos e “sabia demais” sobre certos assuntos. Para além disso, certos factos sobre contas e outros problemas do Estado não foram revelados até passar a época eleitoral. Ou seja, não expuseram os problemas para não prejudicar a possível reeleição de José Sócrates. Claramente, trata-se de mais um caso de manipulação da informação por parte das forças políticas do Estado. Sofia
Vejamos a situação polémica que foi levantada pelos media há uns meses atrás, em que se dizia que o Engenheiro José Sócrates na realidade não era engenheiro. No momento em que esta notícia saiu para o público apareceu um documento que comprovava que o senhor Primeiro-Ministro tinha de facto terminado a sua licenciatura. No entanto, um dos exames realizados pelo mesmo teria sido efectuado num Domingo. Ora, todos sabemos que dificilmente se encontra uma faculdade que realize exames em tal dia da semana. Isto faz-nos pensar se o documento não terá sido “inventado” à pressa para acalmar e “calar” os media, bem como o público.
Rita
No caso da guerra do Iraque, motivada pela suposta confirmação de que o país estaria a produzir armas nucleares, não percebemos se de facto existiam provas concretas e fidedignas. Falava-se disso, e o que pretendiam? Distrair-nos do grande motivo, o petróleo, o combustível que alimentou toda aquela guerra, toda aquela destruição.
Marina
Em conclusão...
O filme faz-nos reflectir sobre a influência e manipulação que os media exercem em muitos casos como estes. Joana Quem governa devia actuar de forma transparente e clara, sem deixar margem para dúvidas da autenticidade (e bondade) dos seus actos.
Ana Luísa Santos











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