quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Debate do Orçamento de Estado 2010

Ontem, dia 10 de Fevereiro de 2010, os alunos do Colégio D. Dinis estiveram na Assembleia da República para assistir à sessão plenária sobre o Orçamento de Estado 2010.
Durante cerca de uma hora, ouvimos duas apresentanções sobre a posição do PSD e do CDS-PP, respectivamente pelas deputadas Manuela Ferreira Leite e Assunção Cristas. Assistimos ainda a intervenções pontuais do PS, pelos deputados Francisco Assis e Eduardo Cabrita, pelo PCP o deputado Bernadino Soares.

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Filme: "Manobras na Casa Branca"


A propósito do filme "Manobras na Casa Branca" foi pedido aos alunos que com
 base no
 visionamento
 do
 filme
 e
 nos
 conhecimentos
 que tivessem
 da
 realidade
 política
 portuguesa
 (ou
 internacional) elaborassem
 um
 relatório
 crítico,
 comentando
 o
 modo
 de
 “fazer” política
 representado
 no
 filme
 e
 estabelecendo
 pontos
 de conexão
 com
 factos
 e
 acontecimentos
 reais
 da
 actualidade política
 mais
 recente,
 não deixando 
de
 manifesta r
a
 sua 
posição pessoal 
sobre
 o
 assunto.
Eis o resultado final:
Sobre o filme...

O filme “Manobras na Casa Branca” trata-se de uma comédia sobre a manipulação da informação, a criação de “opinião pública” e o poder dos “mass media”. O filme começa em plena campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos da América, quando faltam poucos dias para o dia das eleições. O candidato à reeleição vê-se de repente no meio de um escândalo sexual: torna-se necessário abafar o caso. Cria-se uma equipa de especialistas “em comunicação e imagem” com o objectivo de distrair as pessoas para outros assuntos. Assim, pouco a pouco, a agenda eleitoral vai-se alterando à medida que vão surgindo temas que se tornam prioritários, como um possível ataque terrorista, uma guerra iminente com a Albânia, a “criação” de um suposto herói de guerra, etc.
Marco

O filme é uma autêntica sátira ao poder político moderno, pois critica a ténue fronteira que existe, nos nossos dias, entre a realidade e a ficção, mostrando assim, a forma como o poder político pode manipular os media e consequentemente a opinião pública.
Rita

A verdade é que hoje sabemos que nem sempre o vemos corresponde à realidade, tal como foi comprovado no filme onde na placidez de um estúdio de cinema, uma actriz agarrada a um pacote de batatas fritas pôde ser transportada, digitalmente, para um cenário bélico dantesco e, por momentos, transformar-se numa jovem albanesa em fuga, com um gatinho branco ao colo, de uma aldeia em chamas. Desta forma, fica patente a importância dos media, pelo poder que têm de manipular informação.
Dionísia

Relacionando com o contexto nacional e internacional ...

(Extrapolando para o contexto português, podemos relacionar o filme com a) polémica em torno da licenciatura do Primeiro -Ministro, que pode muito bem ter sido criada por jornalistas mal intencionados ou, pelo contrário, ter sido encoberta pelo Primeiro -Ministro e pelos que o rodeiam.
Jorge Santos

Fazendo referência a um outro episódio português, o caso Face Oculta, o socialista Paulo Pedroso, afirma ter havido manipulação política. O documento a seguir ilustra a afirmação de Paulo Pedroso.

O socialista Paulo Pedroso disse hoje à “Rádio Clube Português” que Sócrates já foi alvo de mais que uma tentativa do apear politicamente através da manipulação de processos judiciais” e que o processo Face Oculta não é excepção.
Paulo Pedroso afirma ainda que o aproveitamento político daquele processo prejudica a democracia e não tem dúvidas de que há uma manipulação política do processo. O socialista refere-se a uma "contaminação entre processos judiciais e luta política” que visam fazer cair a direcção do PS. Publicado em 23 de Novembro de 2009
Retirado de: http://www.ionline.pt/conteudo/34291-paulo-pedroso-diz-que-ha-manipulacao-politica-do-processo-face-oculta
Marco


É certo que tudo o que se tem dito sobre os casos Freeport, Face Oculta, entre outros, pode até ser verdade, mas pode também ser o efeito de manipulação de factos e notícias, ficando no “ar” alguma polémica...
Paulo Jorge Fernandes

Constou-se que o Primeiro-Ministro José Sócrates conduziu ao fim o Jornal de Sexta, editado e apresentado por Manuela Moura Guedes. Acontece que a jornalista tecia comentários um pouco polémicos e “sabia demais” sobre certos assuntos. Para além disso, certos factos sobre contas e outros problemas do Estado não foram revelados até passar a época eleitoral. Ou seja, não expuseram os problemas para não prejudicar a possível reeleição de José Sócrates. Claramente, trata-se de mais um caso de manipulação da informação por parte das forças políticas do Estado. Sofia

Vejamos a situação polémica que foi levantada pelos media há uns meses atrás, em que se dizia que o Engenheiro José Sócrates na realidade não era engenheiro. No momento em que esta notícia saiu para o público apareceu um documento que comprovava que o senhor Primeiro-Ministro tinha de facto terminado a sua licenciatura. No entanto, um dos exames realizados pelo mesmo teria sido efectuado num Domingo. Ora, todos sabemos que dificilmente se encontra uma faculdade que realize exames em tal dia da semana. Isto faz-nos pensar se o documento não terá sido “inventado” à pressa para acalmar e “calar” os media, bem como o público.
Rita

No caso da guerra do Iraque, motivada pela suposta confirmação de que o país estaria a produzir armas nucleares, não percebemos se de facto existiam provas concretas e fidedignas. Falava-se disso, e o que pretendiam? Distrair-nos do grande motivo, o petróleo, o combustível que alimentou toda aquela guerra, toda aquela destruição.
Marina

Em conclusão...

O filme faz-nos reflectir sobre a influência e manipulação que os media exercem em muitos casos como estes. Joana Quem governa devia actuar de forma transparente e clara, sem deixar margem para dúvidas da autenticidade (e bondade) dos seus actos.
Ana Luísa Santos

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Levanta-te e Actua Contra a Pobreza"

Hoje, dia 16 de Outubro os alunos do Externato D.Dinis associaram-se ao movimento "Levanta-te e Actua Contra a Pobreza". Este movimento de âmbito internacional traduz um apelo global dirigido aos Governos dos diversos países, exigindo-lhes que tomem medidas contra a Pobreza, no sentido de alcançarem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).
Estes objectivos, criados no ano 2000, resultaram num pacto entre chefes de Governo de 189 países, que se comprometeram a atingir 8 objectivos de desenvolvimento até 2015:
-Erradicar a pobreza extrema e a fome;
-Alcançar o ensino primário universal;
-Promover a igualdade de género e empoderar as mulheres;
-Reduzir a mortalidade infantil;
-Melhorar a saúde materna;
-Combater o VIH/SIDA, a Malária e outras doenças graves;
-Garantir a sustentabilidade ambiental;
-Fortalecer a parceria global para o desenvolvimento.
Os alunos de Economia C aproveitam para relembrar que o conceito de desenvolvimento é bastante abrangente, implicando melhorias na qualidade de vida das populações, ao nível económico, social, cultural e político, pelo que estes objectivos traduzem o mínimo essencial para que se possa falar em desenvolvimento.
A ideia de adesão ao movimento "Levanta-te e Actua" partiu do professor Rui Mendes que, inspirado no filme "Clube dos Poetas Mortos", pediu aos alunos que fizessem o movimento de levantar, subindo para cima das suas secretárias, insurgindo-se contra a indiferença.
Com a colaboração de todos, talvez um dia consigamos pôr fim às desigualdades e à pobreza extrema.
Para explorar a temática do desenvolvimento consulte:
-www.levanta-te.org

-www.un.org/en/development/
-www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101112&m=3
-www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28&l=1

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ideias Flutuantes

Viver em ilhas artificiais, com leis e governo próprios, reconhecidas como Estados independentes pelas Nações Unidas. Foi esta a ideia que Patri Friedman teve há 8 anos, quando começou a ponderar a viabilidade de criar plataformas flutuantes, completamente autónomas, já idealizadas anteriormente por Wayne Gramlich.
Neste projecto, a primeira preocupação passa por assegurar o financiamento de 2 milhões de euros para a construção de cada uma das plataformas; além disso ainda subsiste a necessidade de conseguir garantir a auto-suficiência das plataformas, possibilitando que os seus habitantes se auto-sustentem, não criando laços de dependência com o exterior. Entre outras ideias para o plano de auto-suficiência, e na perspectiva de criar fontes de rendimento para as comunidades, Patri Friedman adianta a possibilidade de se fazer investigação em áreas proibidas em vários países, como a manipulação genética.
Cientes da necessidade de existir uma ordem reguladora para cada uma destas comunidades, que oriente e harmonize a convivência social, designadamente ao nível jurídico, definindo as esferas de acção de cada um dos indivíduos, os alunos de Direito advertem para a necessidade de criação de um ordenamento jurídico para cada uma das comunidades, aproveitando para propor que se inclua no Direito dessas comunidades a possibilidade de prática de eutanásia e de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Os alunos gostariam ainda de ver implementado o princípio da equidade na realização de todos os julgamentos e de ver assegurado a todos os habitantes a gratuitidade da alimentação, educação, saúde e habitação.
Para mais informações sobre este projecto consulte o site do Seasteading Institue: http://seasteading.org/.

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Somos um grupo de alunos do 12º ano, de Direito e Economia C, do Externato D. Dinis.

Politicamente Correcto no D. Dinis © Layout By Hugo Meira.

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